Análise Clássicos: Diablo (1996)

Bom dia/tarde/noite nerds queridos do meu coração! Hoje lhes trago uma análise de um clássico do mundo dos RPG cuja música principal deixou ouvidos e corações em êxtase e marcados para sempre. Senhoras e senhores, hoje vos trago Diablo!

Diablo se tornou uma marca permanente quando se fala em RPG, tanto por sua dinâmica de jogo desafiadora e frustrante, mas recompensadora no final, quanto por sua história simples porém recheada com vida, morte, caos e salvação. O jogo também é marcado por sua temática dark fantasy, onde sangue, escuridão, brutalidade e criaturas bizarras são o foco. O jogo tem uma beleza gráfica estonteante, que foi ainda mais estonteante em sua época de lançamento no final da década de 90 e, mesmo com gráficos ultrapassados para a geração atual, ele ainda traz a sensação de perigo e tristeza, salpicada com o medo do próximo desafio.

A história de Diablo se passa em uma cidade chamada Tristram, que está sendo assolada pelo medo da possível volta do lorde demoníaco e Senhor do Medo, Diablo. As áreas exploráveis do jogo se limitam à Tristram, seus arredores e a macabra Catedral, onde será o local que se encontrarão as missões e inimigos. O jogo se divide em 5 níveis, que começam na superfície de Tristram e vão se aprofundando pela Catedral até chegar ao Inferno.

Além de tudo isso, Diablo traz uma jogabilidade simples e dinâmica, onde você pode escolher entre três classes e adquire níveis quando se mata monstros, ganhando assim pontos para distribuir em quaisquer atributos disponíveis. Você também pode recolher itens dropados de mobs, báus e chefões, mas pode perder todos os itens caso morra.

Somando tudo isso com uma trilha sonora maravilhosa e aterrorizante, Diablo ainda causa calafrios de medo e alegria ao mesmo tempo e com certeza é um dos melhores jogos de todos os tempos.

INFORMAÇÕES
Título: Diablo
Gênero: RPG
Desenvolvedor: Blizzard North
Lançamento: 1996
Plataformas: Windows, OS e PS.

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Arthur Fiori

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